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Author Archives: Carlos Gomes

Fotógrafo profissional, dependente de Games. Experimentou seu primeiro cartucho aos 4 anos e dali em diante não conseguia mais parar de assoprá-los. O vício deixava marcas em seus dedos. Calos por movimentos repetidos de meia-lua pra frente e soco. Hoje com 21 anos, ainda não conseguiu se livrar do vício. E nem quer.

Creepypasta: Flappy Bird

Esses dias estava pensando sobre o anúncio do desenvolvedor do Flappy Bird, Dong Nguyen, de que iria tirar o jogo do ar. Sinceramente não entendi o porquê. Quando foi questionado sobre os rumores de que teria usado bots ilegais para baixar o jogo milhares de vezes da AppStore da Apple e da PlayStore da Google, e assim aparecer entre os destaques, Dong simplesmente passou a fugir da imprensa. Em uma entrevista ele disse que não esperava tamanho sucesso do game e na verdade não queria a influência que este sucesso está tendo em sua vida. Mas, QUE DESENVOLVEDOR NÃO QUER QUE SEU JOGO SEJA JOGADO? As milhares de propagandas do game já me dão nos nervos, mas devem estar enchendo o bolso do vietnamita. Porque ele tirou o jogo do ar? A resposta pode estar nessa história que encontrei enquanto visitava o MedoB. Leiam e tirem suas próprias conclusões.

 

Flappy Bird não está mais no ar em nenhuma store.

Flappy Bird não está mais no ar em nenhuma store.

 

“Um assunto curioso e um tanto estranho.
Costumo visitar a deep web de vez em quando, embora ela tenha se tornado notória recentemente, ela já existia, sempre existiu.
Pouco tempo atrás me deparei com algo que achei interessante mas que não era relevante, algo que não dei muita atenção porém, passei essa madrugada toda tentando localizar o que eu havia visto pois, achei que gostariam de saber de uma história que chamo de “coincidência intrigante.”
Antes de começar a história, vai aqui um resumo do que é a deep web:
Muitos conhecem ou ao menos já ouviram falar da chamada Deep Web, estou certo disso.
Por lá encontramos todo o tipo de informação e a quantidade de coisas bizarras e até mesmo desumanas são abundantes.
Em resumo, na deep web está tudo aquilo que o google e outros buscadores desprezam e o motivo é óbvio, o conteúdo geralmente é ilegal.

Muitos já sabem, para navegar na deep web basta ter um navegador específco mas, o que a maioria dos usuários comuns desconhecem é que a deep web possui níveis mais profundos e nem sempre os aplicativos padrões da própria deep web são capazes de chegarem nesses níveis.
Estou falando do que há muito além da deep web, falo da última camada chamada: Marianas Web.
A deep web é uma criança perto do primeiro nível da camada Mariana, muitos pensam ter acessado informações privadas e bizarras na deep web mas a verdade é que parte do que está ali é fake, um “vídeozinho” de alguém sendo decaptado, um animal sendo queimado vivo, por conta dessas coisas muitos pensam terem chegado ao fundo da deep web mas, estão enganados, o fundo é tão dificil de se ter acesso que até mesmo o FBI tem dificuldades em checar, ali é para poucos e sem conhecimento avançado, sem alguém que é parte disso para lhe dar as instruções e sem a ajuda de diversos softwares você não será capaz de acessá-la, eu não recomendo mas, se você é uma pessoa teimosa ao menos tenha um pc só para isso pois, ali a coisa não é brincadeira.
Agora que resumi a questão, contarei uma histórinha…
Na Marianas web existe o site de um grupo conhecido por “Devil Mate.” Trata-se de uma seita satânica bem diferente de todas as outras que já conhecemos antes.
Para começar, o local é um fórum e aceita qualquer um como membro porém, os membros devem evoluir para ter acesso às informações e a única maneira de fazer isso é praticando rituais bizarros que deverão ser gravados em vídeo como uma maneira de comprovar o ato.
Os usuários membros possuem um nível que vai desde o 1 ao 66.
Usuários nível 1 não praticam rituais, basicamente são os considerados “leitores.”
Depois de um tempo, a pessoa decide se quer ou não fazer parte da seita e do nível 2 em diante a coisa pega.
Beber sangue de galinha preta, comer um coração cru de um porco, beber sangue de virgem menstruada, essas são apenas algumas das obrigações dos membros que se aprofundam nessa seita e acreditem ou não, existem outros rituais ainda mais macabros e de nível extremamente cruel por lá.

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Mas a questão é:
Por que alguém faria isso? Ou melhor! Em troca de que?
A resposta é: Dinheiro e fama.
A proposta da seita Devil Mate é a de formar um exercito de pessoas bem sucedidas financeiramente aliás, essa é a meta deles.
Há muito do bizarro e estranho por lá e parece que todos os membros estão satisfeitos com os resultados, funciona assim:
Para cada nível, o membro pratica um ritual, depois disso os anciões (acho que são os moderadores ou líderes da seita) instruem o membro com uma espécie de manual detalhado sobre o que ele deverá fazer para ser bem sucedido financeiramente, por exemplo:
Se a pessoa trabalha com uma franquia de fast food, deverá seguir algumas regras e rituais, assim ela terá prosperidade financeira em seu negócio.
Eu realmente vi muitos membros por lá e teve um que me chamou muita a atenção:

Usuário Gnod…
Esse usuário parece estar em um nível relativamente avançado,
Em uma das discussões do forum Gnod recebeu uma tarefa definitiva para alcançar o primeiro nível de prosperidade, ele já havia feito outras tarefas antes mas agora, ele passaria para o nível 27, esse parece ser o nível onde as coisas começam a andar.
Depois de ter cumprido com a tarefa ele recebeu instruções do que deveria fazer para alcançar o sucesso. As instruções estão criptografadas e podem ser lidas por meio de um criptograma especifico criado pela a Devil Mate, apenas usuários de confiança e de determinado nível conseguem a ferramenta e antes que me perguntem como eu consegui, aqui vai a resposta: Não sou membro, apenas consegui.

Na instrução criptografada contém um código fonte de um software que Gnod deveria desenvolver, o código não é completo, apenas algo oculto dentro disso tudo. Tal software faria render muito dinheiro para Gnod e a data da discussão é do final de 2012 e se trata de um jogo que deveria rodar nas plataformas iOS e Android. Após a publicação do suposto jogo, Gnod deveria realizar mais um ritual e apartir daí, seu sucesso seria absoluto, em outras palavras, Gnod se tornaria bem sucedido financeiramente.
Agora, veremos a razão por tal assunto chamar um pouco minha atenção, veja essa imagem abaixo:

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Você notou algo familiar nisso? O desenho de um pequeno pássaro na imagem é idêntico ao de um jogo chamado Flappy Bird. O jogo fez muito sucesso e o seu desenvolvedor ganhou (e ainda ganha) muito dinheiro com ele mas…
Por incrível que possa parecer, sem motivos, causa ou razões divulgadas, o desenvolvedor resolveu publicar em seu perfil no Twitter que irá retirar o jogo do ar.
Ele não diz a causa, apenas diz “Eu não aguento mais.”
Veja:

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Agora, vamos analisar algumas coincidências:

Na pagina do grupo Devil Mate, temos uma imagem de um jogo que conhecemos e isso meses antes do lançamento do jogo, além disso temos o nome “Gnod,” que se escrito ao contrário fica Dong.
O jogo Flappy Bird foi desenvolvido por Dong Nguyen e agora fica a pergunta:

Gnod e Dong são pessoas diferentes?
Por que Flappy Bird, que rende milhares de dólares por dia, foi descontinuado com uma única frase,”não aguento mais” ?
Essa história toda é uma simples coincidência, ou há algo oculto nisso?
Pense no que quiser, estamos apenas supondo algo mas, se tudo tiver uma ligação então o que vem depois disso?
Dê a sua opinião!”

Creepypasta: LSD Dream Emulator

Há algum tempo atrás, eu tinha uma mania besta de procurar jogos e bandas de rock que ninguém ou poucas pessoas conheciam. Eu fuçava vários sites de ROM’s atrás de ISOs de algum bom jogo underground. (Isso na época do Playstation 2). É óbvio que raramente eu encontrava algo que prestasse. Uma vez eu achei num fórum, um pessoal perguntando sobre a ISO desse jogo, LSD Dream Emulator, um jogo do Playstation 1 lançado inicialmente no Japão. Dei uma breve pesquisada sobre o que se tratava e, apesar de ficar muito curioso, sou cagão demais pra qualquer tipo de coisa perturbadora que envolva sonhos. Sonhos mexem de uma maneira ruim com a minha mente e com o meu comportamento.

 

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O game foi feio completamente baseado em registros de sonhos de Hiroko Nishikawa, membro da equipe da Asmik Ace Entretainment, produtora do jogo. Obviamente passei longe deste título, mas mesmo não jogando, eu considero este jogo um dos mais enigmáticos já feitos, uma vez que não há um objetivo claro no jogo, e outros fatos polêmicos que rodeiam este game. Um deles é que muitos jogadores passaram mal jogando LSD, casos de ataques epiléticos, danos a visão, tontura e náusea, muito provavelmente causados pela trilha pscicodélica e luzes piscantes, brilhantes, dançantes e alucinantes. Outro fato polêmico é de que foram encontradas fotos/evidências de um assassinato real dentro dos arquivos do jogo; envolvendo membros da equipe desenvolvedora do game. Agora, eu encontrei essa história que fala a respeito da experiência de um jovem com muito tempo livre que resolveu ir a fundo no game, e trouxe para o Gamersith e para os leitores que gostam dessas histórias, sendo verdadeiras ou não… tirem suas próprias conclusões:

 

“Há alguns anos atrás, enquanto eu procurava por jogos paranormais ou assustadores, eu esbarrei com um de origem Japonesa, totalmente obscuro e feito para Playstation chamado “LSD: Dream Emulator”. Apesar de ter sido lançado em um número limitados de cópias, vários sites disponibilizavam para download. Obviamente, eu o baixei, converti, e comecei a jogar.
Infelizmente o ISO estava corrompido – ou tinha sido ripado errado – pois eu não conseguia nada além da tela de título e, quando consegui algo mais eu via uma mistura bagunçada de cores e um som estranho, como estática de rádio. Eu tentei re-baixar o ISO várias vezes,tentando de sites diferentes, mas toda a vez acontecia a mesma coisa. Cores estranhas, e barulho confuso de estática. Tentei colocar varias perguntas em sites de jogos, mas raramente alguém já havia ouvido falar no jogo, e quase ninguém tinha jogado. Descobri então que o jogo tinha um grupo de seguidores, aqui e no Japão, e depois de muito procurar achei um grupo de fãs no Yahoo dedicado ao jogo.
Eu postei uma pergunta, querendo saber se alguém tinha dado um jeito de fazer o jogo funcionar em emuladores. Então alguns dias depois eu recebi uma resposta.
“Olá. eu fui membro de um dos grupos que lançou o LSD ripado. Nós conseguimos ripar com sucesso, mas nunca conseguimos fazer com que ele funcionasse em emuladores, apenas no hardware original. ”
A partir desse ponto, eu tinha praticamente desistido. Eu não tinha um console de Playstation, e minha fixação por algo era curta, e eu já tinha começado a me concentrar em outras coisas, como Eversion e Yume Nikki.
Então, no começo desse ano, o LSD foi lançado na Network Japonesa do Playstation. Eu então lembrei o quanto eu tinha tentado jogar, até mesmo procurado no eBay algumas vezes, na vaga esperança de achar uma cópia barata.
Então, fiz uma conta, um cartão JPN PSN, e comprei o jogo. Depois de baixar e instalar, eu comecei a jogá-lo. O logo da Playstation apareceu normalmente, mas com o SCEI junto, sendo que era um jogo Japonês. Não havia tela de copyright, mas eles haviam retirado de vários outros jogos também.
O vídeo da intro começou a rodar depois disso. Várias palavras diferentes e coloridas pularam pela tela, formando “Linking the Sapient Dream” (N.T: Ligando o Sonho Sapiente, em tradução livre.) várias vezes (aparentemente isso era o que significava LSD).
Eu apertei o botão de circulo, e o jogo foi para a tela de título. Não havia nenhuma tela de “Press Start”, ia direto para uma com 4 opções. Start, Salvar, Carregar, e Opções. Em baixo do Start havia uma linha com texto, dizendo que dia você esteve lá. Aparecia então “a DIA 01″
Apertei Start.
Uma coisa que eu tinha aprendido com aquele grupo do Yahoo, é que o primeiro dia começava em uma casa japonesa, com três andares. O conteúdo da casa era aleatório. O jogo inteiro era jogado em visão de primeira-pessoa.
Eu andei pelo corredor onde comecei, e fui até uma estante de livros, quando a tela começou a ficar branca. A coisa estranha sobre esse jogo é que você pode interagir com qualquer coisa. Andar até qualquer objeto manda você para um novo lugar, o que o jogo chama de “Conectar”.
O branco foi sumindo e eu estava em um campo. Eu não conseguia ver em uma distancia muito grande, pois a maior parte da área estava com uma grossa neblina. Os gráficos eram bem básicos, quase não tendo textura neles. Andei em frente, eventualmente batendo em uma árvore, o que me mandou para outro lugar.
Agora, as coisas tinham ficado mais sinistras. Eu estava em uma cidade escura, em cima de um píer de metal. Um barco apareceu entre a neblina na água, e postes de luz iluminavam as ruas. Eu andei pela estrada e me deparei com várias ruas. Graffiti cobria algumas paredes, estranhos multicoloridos olhando para mim. Então eu ouvi um barulho e a tela piscou rapidamente. Eu virei pra trás.
Atrás de mim, havia um homem. Ele estava usando um chapéu cinza e um casaco longo. Ele veio andando lentamente até mim, quase como se deslizasse no chão.
Eu tentei andar para trás, para desviar, mas meu controle não estava respondendo. E ele estava chegando cada vez mais perto.
Por um milésimo de segundo, dois pontos vermelhos apareceram por baixo de seu chapéu, então a tela piscou de novo.
Dessa vez eu estava de volta na casa.
Entretanto,algo havia mudado.
As textura das paredes não eram mais as mesmas, haviam sido trocadas por imagens de violência real. Mulheres sendo estupradas, crianças dilaceradas, Canibalismo, um japonês esmagando os próprios dedos com um martelo.
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Enquanto eu me movia para dentro da casa, as imagens ficavam pior, e a musica ficou distorcida e diminuindo lentamente. O corredor era mais longo do que antes, e estava escurecendo.
Eu sabia o que estava no fim do corredor.
Era Ele.
Eu segui em frente, o ácido estomacal na minha garganta lutando contra a ânsia de vomito, assim que as fotos subiam a níveis extremos de obscenidade e violência. Alguns passos a frente, um homem removendo as pernas de um menininho. Um pouco mais, uma mulher grávida arrancando e cortando seu próprio feto. Um pouco mais ainda, um grupo de homens cortava uma vaca em pedaços, envolvendo os órgãos internos em seus corpos. Perto do fim, pessoas sendo forçadas a comer pedaços de um cadáver infantil, vomitando enquanto comiam.
Finalmente, eu cheguei no final do corredor.
A tela escureceu e uma linha de texto apareceu.
Eu escrevi o link rapidamente e uns segundos depois, a tela clareou até retornar aparecer o título.
Nesse momento o status marcava  ”D dIa 00″
Eu tentei escolher o Start de novo, mas o jogo não me deixava continuar. Eu reiniciei meu PS3, e o status voltou para “a DIA 01″.
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Antes de jogar novamente, eu tentei o link. Ainda funcionava, e a pagina apareceu, escrita toda em Japonês. Mais abaixo na página, havia uma imagem do homem Cinza, como ele havia aparecido. Eu não sei ler japonês, mas um dos meus amigos sabia. Ele viveu no Japão por alguns anos, então ele podia ler e falar a língua fluentemente. Eu copiei os escritos e chamei ele para minha casa.
Depois que ele apareceu, eu passei a hora seguinte explicando para ele o que tinha acontecido. Obviamente, ele não acreditou em mim. Quem iria? Mas ele concordou em dar uma olhada no escritos da página.
Depois de varias tentativas, eu não consegui fazer com que a página aparecesse de novo, então dei para ele a cópia que eu tinha feito.
Ele olhou por alguns minutos a cópia e então ficou pálido. Ele devolveu para mim e sentou no sofá.
Ele não falou nada nos 5 minutos seguintes, então ele me disse o que dizia.
“Se você está lendo isso, muito bem.
Você viu o homem como ele é.
O que ele fez comigo enquanto eu dormia, enquanto eu
sonhava o seu pesadelo obscuro, Você também
os viu. Aquelas imagens violentas
dele. Ele não tem forma, apenas o
homem dos sonhos. Ele causou tudo isso, estes
inocentes, e possessivos. Ele os fez fazer
isso. Ele me fez fazer aquele jogo.
CINZACINZACINZACINZACINZACINZA”

Assim que meu amigo terminou, ele se levantou, pegou seu casaco, e disse “Seja lá o que você viu nesse jogo, não me conte nada.” Então saiu.

Na semana seguinte ele voltou para o Japão. Eu não consegui jogar aquele jogo novamente, pois estava um pouco apavorado. Algumas semanas depois de meu amigo ir para o Japão eu recebi uma ligação: Ele tinha matado um homem, e então cometeu suicídio.

O homem que ele havia matado era Osamu Sato, que era o designer principal do LSD.”

– – –

 

Só um gameplay de leves pra vcs verem como o jogo é suave… durmam bem e bons sonhos.
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10 coisas que se aprende jogando video game

1 –  Voce sabe que está no caminho certo quando aparecem inimigos para tentar impedir que você siga em frente.

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2 – Quando a vida te dá muita munição e medkits, é porque uma grande batalha te espera.

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3 – As vezes, o nosso maior adversário somos nós mesmos.

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4 – Nem tudo é o que parece.

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5 – Quem tem um amigo, tem tudo

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6 – O tempo é algo precioso e irreversível

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7 – Ao sair da cama, todo dia pode ser uma nova aventura.

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8 – Só se ganha experiência enfrentando grandes desafios.

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9 – A diversão é muito maior quando compartilhada

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10 – Certas paixões nunca serão esquecidas.

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É o que se aprende jogando video game.

Review da semana: Ryse – Son of Rome

Finalmente chegamos a mais um patamar da industria dos games. A Microsoft confia em um de seus principais exclusivos  para convencer muitos consumidores a optarem pelo Xbox One. Assim chega ao mercado Ryse: Son of Rome, com o maior objetivo de seduzir você que pensava em comprar um PS4 ou em nem adquirir algum console da nova geração. Será que consegue?

 

 

Espírito de vingança.

Basicamente, a história de Ryse é a de um soldado romano que busca vingar a sua familia que foi toda assassinada e canaliza todos os seus esforços para isso. Além de alguns elementos míticos como lendas e deuses. Parece que já ouviu isto antes, né? Pois é, eu também. Mas cá entre nós, o conceito “vingança” é extremamente recorrente em todos os tipos de histórias contadas, sejam em games, livros, filmes e contos de fadas. Mas ao se aprofundar mais no enredo, verá que ele possui uma riqueza considerável e interessante. Não é nenhum The Last of Us da vida, mas não é tão raso quanto God of War.

 

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Aterrorizante.

Não, o jogo não possui nenhum elemento de terror. Mas o jogo aterroriza justamente pela espiada que podemos dar na capacidade do Xbox One. É um ponto de vista totalmente diferente do mundo dos games, e mesmo aqueles que não se importam tanto com o quanto o jogo é realista, não vão conseguir evitar reparar em pequenos detalhes que fazem Ryse parecer uma superprodução de Hollywood.

 

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Este é o Xbox One.

Não há duvidas: Ryse é mais um daqueles jogos “cartão de visita”. É um jogo que não se preocupa em ser um belo jogo, mas sim mostrar toda a capacidade e funções do Xbox One, como comandar seu exército com os comandos de voz do Kinect. Nisso ele é realmente muito competente, os gráficos são sensacionais. Jogo de luzes perfeitos, sem queda de taxas e nenhum serrilhado visto. Nem parece que as imagens são feitas de pixels; porém…

 

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O aniversariante faltou a festa.

… O que eles exageraram em visual deixaram faltar no principal elemento de um jogo de ação: o combate. Os movimentos são extremamente repetitivos. Apesar das coreografias de luta e as cenas de finalização serem realmente impressionantes, as batalhas são extremamente monótonas e nem mesmo os inimigos ajudam a mudar isto porque são quase todos iguais. Se você mata 50 bárbaros, você matou, na verdade, uma variedade de no máximo 6 modelos de personagem. Um super processador que ainda conta com auxílio de armazenamento em nuvem deveria suportar muito mais modelos de personagem. Na realidade eu penso que suporta, mas por algum motivo a Crytek não o fez. As vezes fica um clima meio Double Dragon ou Final Fight ao combater sempre os mesmos personagens. Bom, pelo menos no Double Dragon e no Final Fight os personagens mudavam a cor da roupa de um para o outro.

 

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Nada mais que o esperado.

Se fosse realmente esperado um blockbuster ou algo do tipo, este game estaria bem longe do proposto e receberia muito mais críticas deste blog; mas nós compreendemos o objetivo desses games de início de geração, que é apenas de mostrar o potencial do console. Isso ele faz bem, então não tem porquê considerar este game uma bosta. Quem sabe só meio bosta.

 

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Vale a pena?

Não há motivos para comprar um Xbox One se você vai esperar meses para um lançamento de peso. Além do mais, é um bom título para ir se acostumando com as novas mecânicas e funções do console da Microsoft. Vale sim a compra, não que você tenha muitas escolhas ao comprar o XOne.

Review da semana: Assassin’s Creed IV – Black Flags

Confesso que sou suspeito para falar de Assassins Creed IV. Sempre deixei bem claro que é a minha franquia favorita e, na minha opinião, a melhor franquia dessa geração. Mas acho que, por este mesmo motivo, posso falar com bastante propriedade de que este jogo é um dos melhores do ano. Saiba o porquê agora no nosso Review da Semana.

 

 

Abre-se mais um leque.

Confesso que me decepcionei com o final de Assassin’s Creed III. Na minha opinião, o universo de AC tinha ficado tão grande com revistas em quadrinhos, livros e etc, que culminou em um final muito brusco, simples, seco. Aquele não poderia ter sido o fim, o legado de Desmond TINHA que ter um significado maior do que aquilo, e AC IV veio para “dar satisfações” e abrir um leque maior para entendermos o que aconteceu no dia fatídico, mostrado na última cena de AC III. O jogo mostra também mais sobre a Abstergo, sobre seu “mercado” e também explora a história de outras cobaias do Animus como o Indivíduo Zero, Indivíduo 1 e, claro, o Indivíduo 17: Desmond Miles. A parte do “presente” de Black Flags se passa depois dos eventos que aconteceram com Desmond em Assassin’s Creed III. Porém, as memórias do antepassado do novo protagonista misterioso se passam antes das memórias de Desmond com Connor Kenway em AC III. Agora você vive as memórias de Edward Kenway, um galês que decide ser corsário, ou pirata como conhecemos. Ao topar com um assassino que iria trair o próprio credo em troca de dinheiro dos Templários, Edward intercepta seus planos e se passa pelo tal para receber o prêmio em seu lugar. Ele se decepciona com a recompensa abaixo do esperado mas descobre que a informação que o assassino levava aos Templários indicava um lugar que, se ele encontrasse antes, poderia lhe render muito dinheiro. E assim, movido apenas pela cobiça, Edward Kenway navega em mares caribenhos em busca do Observatório, um lugar que ele ainda não entende o significado, mas irá descobrir em meio a batalhas navais, traições, sangue e pólvora.

 

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Entre canhões e lâminas.

Ficou nítido que a jogabilidade foi totalmente focada nas batalhas navais, uma vez que você tem uma grande variedade de arsenal, com diversas melhorias disponíveis para os mesmos. Elas são realmente emocionantes, e é muito bom ver seu navio melhorando conforme você vai investindo dinheiro e recursos nele. Você ainda pode montar a sua própria frota de navios mercantes para negociar pelo mundo e te trazer mais dinheiro. Aprimoraram muito o que vimos em AC III em questão de jogabilidade durante os confrontos entre embarcações. Porém, o que vimos melhorar sobre as águas, deixou a desejar em confrontos corpo a corpo. As batalhas são muito repetitivas, vimos quase sempre os mesmos movimentos, muitas vezes bugados. A câmera ficou horrivelmente confusa e a resposta do protagonista, muitas vezes, é ignorada mediante a um comando em situação de perigo. A zarabatana te dá um leque maior de opções quando se quer permanecer escondido, mas ainda assim, os cenários não contribuem para a liberdade proposta pelos primeiro jogos. Um exemplo é quando se tem que acompanhar a conversa de um certo personagem: se você está em uma área restrita, muitas vezes só há um caminho a ser seguido para que não sejas detectado. Caso tente inventar outro, provavelmente o personagem que está sendo investigado ou os guardas irão te ver. A “evolução marítima” realmente foi concreta e muito boa, mas deixaram a desejar quando se fala em tudo que o Assassin’s Creed já tinha de bom e aparentemente foi deixado de lado.

 

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Cartógrafo.

No quesito exploração, infelizmente, o caso é o mesmo dos combates. A exploração marítima é muito rica com comboios para serem saqueados, pontos de naufrágios para se mergulhar e explorar e ilhotas para vasculhar. Mas os mapas das ilhas e outros territórios poderiam SIM ser melhor trabalhados. As árvores que servem de caminho para Edward, estão muito artificialmente dispostas, com um único caminho em vista, sem liberdade. A maioria das ilhas tem mais da metade de seu território de área inacessível o que, se fosse diferente, daria uma sensação de liberdade muito maior. Mas quando se entra em uma ilha, parece que só há uma trilha a se seguir. Entendo que, por ser um jogo de piratas, o foco seria marítimo, mas dava melhorar as cenas e os mapas terrestres. Poderiam manter a liberdade que se tem em terra dos outros jogos, principalmente do AC III e AC Revelations, e investir o mesmo que se investiu em liberdade pelos mares; e não tirar de um para investir no outro. Só o conceito do game nos faz entender que o foco é nos mares, na navegação. Não era necessário deixar um modo de jogo tão diferente do outro para direcionar os jogadores a experimentar o que é mais legal. E ah, antes que eu me esqueça, os mapas estão muito bugados, mas isso acontece desde sempre, não tira a diversão do jogo.

 

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Visual lindo como sempre.

Nisso a Ubisoft nunca deixa a desejar. Usou mais de expressões faciais do que nunca antes e de reflexos. Neste quesito o jogo está impecável, salvo alguns bugs de serrilhado esquisito e pixelização das sombras, mas prefiro acreditar que sejam falhas de hardware de vídeo. As ondas, os movimentos, as tempestades, a luz conforme o clima do jogo, tudo perfeito.

 

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Trilha sonora e efeitos incríveis, mas…

…DUBLAGEM MEIO BOSTA. Não há o que falar dos efeitos sonoros e dos BGM de AC IV, são sensacionais e te levam a um clímax nas batalhas. Mas, meu Deus do céu, até eu fazendo imitações e vozes diferentes dublo melhor que a dublagem em português neste game. É simplesmente ridículo. O único personagem bem dublado é o Barbanegra, os outros dão vontade de furar os tímpanos. Você acaba de rasgar o estômago de um personagem principal com a sua lâmina, e ele conversa com você como se estivesse sentado tranquilamente numa mesa tomando chá. Se é pra fazer assim, melhor deixar em inglês e por só legenda. Por favor, aprendam com The Last of Us, Halo e Diablo III.

 

 

Mesmo assim…

Com todos esses defeitos apontados, Assassins Creed IV – Black Flags é um jogo de primeira linha, obrigatório em sua prateleira. Não me impressionou tanto quanto AC Revelations ou foi tão bem feito quanto AC III, mas me divertiu como sempre. A “remendada” que deram no enredo foi realmente providencial e deve ter trazido de volta os ânimos de todos que estavam decepcionados com o desfecho de AC III. É realmente muito viciante e vem DLC aí hein! Freedom Cry vem para prolongar seu gameplay por mais algumas horas.

 

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Vale a pena?

Sem dúvidas. É um jogo que frequentemente apresenta muitos defeitos, mas o enredo, o universo, a ideia e a mecânica são tão boas, que no final todos ficam com aquela depressão de um bom jogo finalizado. Altamente e fortemente recomendado.

 

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Review da semana: Rayman Legends

Sou fã de jogos de plataforma, mas confesso que recentemente as desenvolvedoras têm me decepcionado. Todos parecem ser apenas jogos caça-níqueis, de baixo orçamento e cheio de roupinhas e DLCs custando 1 dólar cada nas lojas digitais da vida. Rayman Legends me deu mais esperanças. Um jogo muito divertido da competente Ubisoft para todas as plataformas.

 

 

Muito mais que o mesmo.

Se você jogou Rayman Origins deve estar pensando que deve ser muito difícil fazer algo melhor ou a altura daquilo. Mas sim, Rayman Legends consegue ser melhor. O jogo continua com a mesma cara, mecânica bem similar e diversão multiplicada. Agora, o que você deve coletar para completar as fases são os Teensies, aqueles bixinho azul. São uma infinidade de fases, incluindo muitas MESMO do Rayman Origins adaptadas para a nova mecânica. Muitos personagens extras e desafios online com direito a ranking mundial. São muitas novidades que deixam o jogo sensacional e muito divertido.

 

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Tudo nos mínimos detalhes.

Sim, eu prezo muito por detalhes e Rayman Legends mostra o quanto a Ubisoft também. Se você ficar parado, apenas observando os elementos do cenário, movimentação de personagens, ambientação e trilha sonora vai perceber o quanto este jogo é rico e harmonioso. Tudo se encaixa, tudo está no seu devido lugar e dificilmente você vai morrer por conta de um bug ou falha no cenário.

 

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Flow.

É impressionante o ritmo e fluidez deste game. Os movimentos de personagens são perfeitos e o tempo de ação e reação dos seus comandos são precisos. O jogo apresenta uma qualidade técnica tão grande que nas fases mais difíceis, você vai se sentir um merda por não conseguir passar, e não mais ficar xingando o jogo mal feito, por que não chega perto de ser. Este ritmo é ainda mais evidente nos modos de jogo “musicais” e Invadido. Esse modo musical é simplesmente genial. Você vai passando a fase no estilo speed-run e todos os elementos que aparecem no cenário, obstáculos que você deve superar e itens a coletar são sincronizados com uma trilha sonora de arregaçar. Veja o vídeo:

 

 

O modo invadido é como se fosse um time-trial em que você deve chegar ao fim da fase em um limite de tempo. Mas você só consegue chegar no limite mínimo de tempo se pegar todos ou praticamente a maioria dos atalhos da fase, e não vacilar em pulos mal executados e movimentos errados. Se você fizer tudo direitinho, vai ver que o cenário é completamente bem feito para que a sua corrida não tenha interrupções. É demais.

 

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Um bom port.

Originalmente, o jogo sairia apenas para o WiiU, mas a Ubisoft liberou para todos os outros consoles. No Wii U, o objetivo era usar o game-pad para controlar alguns elementos do cenário e abrir alguns caminhos para o Ray, o que em algumas fases em que você deve ser mais ágil é muito confuso. No port para outros consoles, essas “intervenções” no cenário ficaram ao alcance de um simples botão, que aumentou muito a praticidade desses eventos.

 

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Online?

O jogo não faz muito uso dos recursos online. O máximo é um ranking mundial e alguns desafios diários, mas no mais, o jogo é muito competente.

 

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Vale a pena?

Sem sombra de dúvida. É o melhor jogo de plataforma que joguei nessa geração no quesito diversão e mecânica. É muito desafiador e viciante. Não perca tempo e compre o seu!

 

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Naughty Dog revela final alternativo de The Last of Us.

[ALERTA DE SPOILER]

 

No PAX Prime 2013, a Naughty Dog revelou um final alternativo de The Last of Us. O cara que aparece no vídeo falando é Neil Druckman, um dos principais diretores do game. O vídeo está em inglês, então se você manja dos ingrêis pode assistir, mas se você não entende muito bem, eu vou resumir o que o cara diz:

Neil começa falando da cena final do game (que é um pouco diferente do que ficou na versão final) onde Joel entra na sala de cirurgia onde Elie está e pega um dos médicos como refém. Marleene chega, tenta negociar com Joel que atira em todo mundo e salva Elie. Porém, no momento da captura de movimentos, o ator que interpretava o Joel, acidentalmente deixava cair a sua arma, então ele parava a cena para recomeçá-la do zero. Depois de aproximadamente 7 tentativas, Neil achou que finalmente a cena estava boa, mas queria um take a mais. Ele chamou a atriz que fazia a Marleene e deu uma instrução somente para ela, e que não contasse para ninguém o que ela faria. Então ele chamou o ator que fazia o Joel e disse que queria que a cena ficasse mais intensa, para que tomasse cuidado para não deixar a arma cair, mas se ela caísse, para ele não parar a cena. Não importa o que acontecesse, para ele não interromper a cena em hipótese nenhuma, e a executasse até o fim. Ou seja, esse final alternativo é feito totalmente no improviso. Vejam:

 

 

6 músicas de The Legend of Zelda e suas melhores versões

Depois de um tempo sem fazer outra série dessa, tenho a honra de trazer 6 músicas da minha séria favorita: The Legend of Zelda e suas versões. O principal compositor da trilha dos games de The Legend of Zelda foi Kōji Kondō, um verdadeiro mestre que também se consagrou com a trilha de vários jogos do Mario Bros. e Star Fox. Chega de papo, coloque seu melhor fone de ouvido, ou plugue o seu home theater e vamos ouvir música, boa música, boa música que acompanhou muitos dos melhores jogos já feitos na história.

 

#6 TEMA PRINCIPAL (Overworld)

 

Essa trilha não acompanha todos os jogos, mas é tida desde sempre como a trilha da franquia, por ter vindo com o primeiro game da série. Ouça a música original:

 

 

Em comemoração ao 25º aniversário da franquia, a Nintendo promoveu a gravação de um CD em que as suas principais músicas são tocadas por uma orquestra gigantesca. Simplesmente ouçam como ficou o tema orquestrado, é de encher os ouvidos.

 

 

Agora uns caras já famosos por fazer umas versões de músicas usando uma marimba. Eu não teria coordenação suficiente para acertar cada nota com essa baqueta aí. Vale a pena ouvir a versão deles do tema de The Legend of Zelda.

 

 

Não poderia faltar a versão do @vinheteiro!

 

 

E agora uma versão stopmotion desses retardas aqui que as vezes dá pra abrir um leve sorriso pela bobeira:

 

 

E não poderia faltar a versão de um dos maiores nomes jovens do violão clássico brasileiro, Fabio Lima. Não tem palavras pra expressar o quanto esse cara é bom.

 

 

#5 Zelda’s Lullaby (Ocarina of Time)

A mítica melodia de Zelda, linda e suave, tal como a princesa.

 

 

Agora uma surpresa, eu me impressionei ao ver este vídeo. Pela qualidade da imagem, imaginei que seria mais um cover zuado de um moleque estranho tocando uma ocarina vagabunda totalmente desafinada. Mas cliquei mesmo assim. É um dueto de uma ocarina e uma harpa. Dizem que a ocarina é muito mais difícil de tocar do que qualquer flauta doce, por necessitar um direcionamento de sopro para alcançar algumas notas. O garoto vai bem e quanto a menina, fala sério: quantas pessoas você conhece que tocam harpa? Vejam:

 

 

Smootg McGroove tem uma cara engraçada, uma barba maneira e muito talento. Veja sua versão acapella de Zelda’s Lullaby:

 

 

Agora, esse mano tem que ser respeitado. O cara teve a ideia de reproduzir temas de jogos com uma orquestra virtual! Ele mixa o som de cada instrumento sozinho no que ele chama de The Synthetic Orchestra. Fica muito loko, vejam a versão dele de Zelda’s Lullaby:

 

 

#4 Saria’s Song (Ocarina of Time)

Essa melodia me enche de um sentimento bom. Talvez pela experiência trazia do jogo em relação a ela. Quando se está em Lost Woods, em Ocarina of Time, para encontrar Saria você deve seguir a música para não se perder. Talvez essa ideia de “direcionamento” inconscientemente me acarreta em um sentimento bom quando eu ouço essa música. Sem contar a amizade pura e verdadeira que existe entre Link e Saria. Ouçam a música original:

 

 

Logo de cara, mais uma versão do Guitar Gamer, FABIO LIMA! Não canso de dizer, esse cara é SENSACIONAL. *-*

 

 

Não conheço nenhuma música que não fique boa em versão metal, Apocalyptica que o diga. Veja esta versão metal de Charlie Parra de Saria’s Song em sua poderosa Flying V.

 

 

E esse cara APELOU. Veja a versão de Saria’s Song feita em GARRAFAS DE CERVEJA.

 

 

#3 Stone Tower Temple (Majora’s Mask)

Como se Majora’s Maks já não fosse sinistro o bastante, ainda tem essa música do Templo da Torre de Pedra, que mesmo sendo tão sinistra quanto o game, não deixa de ser fascinante. Vejam a versão original:

 

 

Mais um asiático que mixou vários instrumentos como violoncelo, violino e viola que ele mesmo tocou e gravou sozinho. O vídeo não mostra sua performance, mas soa muito bem aos ouvidos. Vejam:

 

 

Mais uma do McGroove. Esse cara tem o meu respeito:

 

 

Mais um achado! Encontrei este vídeo perdido no youtube com pouquíssimas visualizações. Miranda Eastwood (já tem sobrenome de gente boa) reproduziu o tema do Templo da Torre de Pedra em uma caixa de música. Simplesmente lindo e criativo *-*

 

 

#2 Dragon Roost Island (Wind Waker)

Uma bela música que combina um estilo celta com uma musicalidade latina. Bela melodia de Wind Waker, ouçam a vesão original:

 

 

Esse entra aqui muito pela performance, mas muito mais pela criatividade. Ele faz um dueto com o seu próprio reflexo no espelho executando vário instrumentos. Ah, é o mesmo cara das garrafas de cerveja. Esse também já tem o meu respeito. Vejam:

 

 

Mr. Yoshihiro Arita e Banda em uma apresentação mítica chamada “Mario & Zelda Big Band Live”. Cara, simplesmnte assistam… asiáticos…

 

 

Bom, Wind Waker é do GameCube, mas porque não ter uma versão 8-bit? Veja a versão de Dragon Roost Island feita por CharlosPlz:

 

 

#1 Song of Storms (Ocarina of Time)

Pra finalizar, a minha música favorita da franquia The Legend of Zelda. Se lembram da música que enlouquece o cara do realejo no moinho? Então:

 

 

A versão dorgas dubstep do DjEphixa ficou realmente boa. Coisa de profissa, não dessas crianças que querem se meter a DJ. Deu até vontade de tomar uma balinha fazer uma visita ao moinho pra ouvi-la de novo no jogo.

 

 

Não sei que raio é esse de BADBADNOTGOOD, ou simplesmente BBNG. Mas cara, a versão deles ficou MUITO LOKA.

 

 

E para fechar, com um dos meus ídolos. Um verdadeiro artista, que não é celebridade. Não sei se vocês sabiam que não é a mesma coisa. Enfim, mais uma versão do Fabio Lima:

 

 

~ BONUS ROUND 1 ~

Ah, vocês não acharam que eu não daria um chorinho não, né? Pois além de um, eu vou dar 2! Tá aqui, o CD completo do especial da Nintendo do 25º aniversário do The Legend of Zelda:

 

 

~ BONUS ROUND 2 ~

E, agora sim, pra fechar com chave de ouro, a mina dos meus sonhos: Lindsay Stirling, em um medley sensacional de Zelda.

 

 

Cara, eu acho que eu tô apaixonado.

Comparativo: Fifa 14 vs. PES 2014

A eterna rivalidade, Fifa vs PES, ganha mais um capítulo. Nos últimos dias saíram os jogos das duas principais franquias de simuladores de futebol para video-games da atualidade: Fifa 14 e PES 2014. As discussões sobre qual jogo é melhor sofrem com os fanboys que não conseguem enxergar nada de bom no jogo rival e nada de ruim em seu jogo favorito. Se você é fanboy, pode parar de ler esse post aqui mesmo, porque faremos uma análise imparcial dos dois games, mas antes vamos falar um pouco do que me lembro do que vivi com a evolução dos dois games.

 


Desde sempre eu jogo games de futebol. Joguei o International Superstar Soccer no SNES em suas mais variadas versões e hacks, como o Campeonato Brasileiro 96, até o ISS 98 no Nintendo 64 que era muito ruim comparando com game do seu console antepassado. Ao ganhar meu primeiro Playstation, joguei o Fifa Soccer do 98 ao 2002. Me agradava muito poder jogar com um dos meus times europeus favoritos, o Arsenal, em um estadio bem modelado para a época e uma mecânica diferente do que estava acostumado no International Superstar Soccer. Mas quando eu joguei o Winning Eleven 2002 pela primeira vez, foi amor a primeira vista. Nunca mais quis saber de Fifa que se mostrava cada vez mais robótico e automático.

 

 

Passou o PSOne, veio o PS2 e eu não larguei mão da franquia da Konami. O Fifa apostava em seus gráficos realistas, mas perdia em jogabilidade. Parecia que a máquina determinava se você iria ganhar ou não no Fifa, porque era tudo automático. Você apertava um botão de passe, o passe ia na medida, com a força exata. A bola parecia que grudava no pé dos jogadores, era um domínio magnético, digital, que ignorava todos as leis da física que uma plataforma 3D deveria, no mínimo, simular. O Winning Eleven se tornou Pro Evolution Soccer e a vir cada vez mais caprichado. Gráficos cada vez melhores, jogabilidade cada vez mais aprimorada, realismo beirando o auge da época e realismo, tanto anatômicos quanto de movimentos, em alta.

 

 

Então veio mais uma geração. O PES continuava superior mas parece que colocou um pé no freio em suas evoluções. O jogo continuava melhor que o Fifa que vinha apresentando melhoras contínuas e até roubando alguns fãs de PES. O PES 2009 foi uma obra de arte, e o Fifa 09 era um jogo medíocre mas que já tinha melhorado muito desde o 08. Mas aí veio o Fifa 10, infinitamente melhor que o 09. Eu mesmo passei a jogar o Fifa 10 e o PES 2010 ao mesmo tempo, mesmo sendo um fã de PES a mais de 8 anos; e o PES não apresentou nenhuma melhora. Praticamente repetiu a fórmula do 09 só atualizando os times. Fifa 11 roubou milhares de jogadores de PES, e o Fifa 12 deu o golpe de misericórdia. PES parou no tempo e em 3 anos o Fifa evolui tudo que não tinha evoluído em 10. Agora, nitidamente, a Konami corre atrás do prejuízo. Agora sim, vamos a análise para descobrir se ela conseguiu fazer um jogo tão bom quanto o Fifa vinha fazendo e se o Fifa manteve o nível de qualidade.

 

FIFA 14

Jogabilidade: O jogo melhorou muito em jogabilidade quando se fala em realismo. Os movimentos dos jogadores estão muito mais “humanos” e seus passes, chutes, dribles e domínios dependem cada vez mais das circunstâncias, e não são sempre do mesmo jeito. Porém, esse acréscimo em detalhes de movimentação, contato físico e colisões, deixaram o jogo MUITO mais lento. Se você esta acostumado com a correria de um Borussia Dortmund x Bayern Munchen vai ter que se de adaptar novamente.

 

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Visual: Notei que o visual do jogo ficou mais clean, menos brilhoso. Isso, numa câmera afastada, deixa as cores mais chapadas, mas ao mesmo tempo, menos cansativa aos olhos, já que o ambiente não muda em uma partida. Ao mesmo tempo, as texturas estão em resolução ainda maior. Apesar da diferença ser pequena, é notável.

 

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Som: O som está bem mais trabalhado. Tanto em divididas de jogadores, se pode ouvir aquele som da respiração “bufada”, quanto em relação a torcida. A interação do som da torcida de acordo com o momento do jogo ficou incrível e dá muito mais emoção ao jogo.

 

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Modos de jogo: Basicamente os mesmos. O Ultimate Team, que é o modo mais popular do game, ficou melhor trabalhado. Eliminando algumas coisas da versão anterior como formação favorita dos jogadores e adicionando outras como lealdade ao time e estilo de jogo (ofensivo ou defensivo).

 

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Prós: O jogo esta muito mais realista e, principalmente, muito mais tático.

Contras: O jogo está mais lento e mais truncado. Não há mais tanto espaço para muitas firulas ou grandes jogadas individuais. As alterações tiraram um pouco do ritmo de jogo, que era um dos principais elementos do Fifa 12 e 13. Isso não tira a qualidade do game, mas com certeza muda a experiência e será necessário um período de adapação para quem começar a jogar o game.

 

PES 2014

Jogabilidade: Como foi dito antes, o PES havia parado no tempo, em relação à evolução do Fifa e, ao se ver perdendo consumidores para o jogo da EA, teve que rever a sua mecânica. Porém, mesmo no 2014, o PES ainda não encontrou uma fórmula para que isso aconteça bem. O jogo está mais fluído, mas ainda é um PES mascarado de Fifa. Os dribles estão mais reais e os movimentos obedecem mais a “física 3D” mas algumas ações ainda são padronizadas, como quedas, disputas de bola e cabeceios. Não importa a circunstância, o movimento é o mesmo. Isso não altera a experiência, mas incomoda em um tempo que se fala tanto de realismo. Hoje as empresas tem tecnologia suficiente para chegar a este ponto, mas a Konami não está sabendo, ou não quer mudar. Parece que a cada PES que sai, é como se tivessem pego o anterior e dado leves lapidadas. A evolução da mecânica é nítida, deixou o jogo mais ágil e exigindo mais habilidade do jogador, o que melhora a experiência, mas não, a Konami ainda não conseguiu desenvolver uma mecânica que simule bem uma partida de futebol.

 

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Visual: A minha parte favorita quando falo de PES. O visual do game é impecável. As proporções dos jogadores licenciados estão muito próximas das reais e mesmo de uma anatomia normal. Os detalhes são ainda mais aparentes, frutos de texturas de altíssima resolução e um brilho colocado em lugares certos. Mesmo tendo um visual brilhoso e mais colorido, não fica cansativo e fica ainda mais bonito.

 

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Som: Basicamente o mesmo das edições anteriores. Ainda sofre com a automatização.

 

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Modos de jogo: Também não fogem muito das edições anteriores, com menção honrosa para o investimento no público brasileiro, contando com muitos times brasileiros.

 

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Prós: O PES estava tático em excesso, do modo em que se o seu adversário montar um esquema especial para jogar contra você, ele te domina de forma descomunal. E sabemos que, apesar de importante, tática não é tudo. O jogo dá mais liberdade de movimentação aos jogadores, que não ficam mais presos a um programa que define que ele é ponta esquerdo e não fará nada além do que lhe foi designado. O visual ainda é um diferencial, muito bonito. O jogo está menos robotizado e mais fluido.

Contras: Apesar de estar mais fluido, o jogo está estranho. Claro que com o tempo você pode se acostumar, mas se o objetivo é simular uma partida de futebol, o PES passa longe. Estão tentando “Fifar” mas sem sucesso. O ritmo imposto pelo jogo é impossível e automático.

 

CONCLUSÃO

O Fifa estava passando da linha que põe um limite em realismo e liberdade. O jogo estava quase virando um Fifa Street, eles brecaram um pouco e deram mais importância para o esquema tático. Do outro lado, o PES, deixou um pouco de lado as alterações táticas e estratégicas de um jogo e investiu mais na jogabilidade, mas continua fazendo feio apresentando um jogo com ritmo completamente estranho e fora da realidade de um simulador. Parece que os programadores estavam com preguiça e chupinharam tudo do PES 2013 dando só uma lapidada. Em resumo o Fifa deu um freio em suas características para incluir uns elementos mais visíveis no PES e fez bem. O PES também tentou fazer o memso, mas passou LONGE. Não importa o seu jogo favorito, o seu gosto não depende das diferenças entre um ou outro. Mas em uma análise de um simulador de futebol, o FIFA 14 ainda é melhor que o PES 2014.

 

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VENCEDOR!… por enquanto.

Conheça o dono da voz de “I EI SPORTS: CHINEGUEIN”

Talvez uma das vinhetas mais clássicas do mundo dos games, a apresentação dos jogos esportivos da Eletronic Arts sempre foram acompanhadas do famso “EA Sports: It’s in the game”. Tá certo que eu entendia tudo menos isso quando criança, mas enfim. Um cara conheceu o dono dessa voz emblemática e gravou um vídeo curtinho com ele. Confira:

 

Só eu dei replay umas 200 vezes nesse vídeo?

Review: GTA V… Agora é sério!

Antes de fazer a review de vdd do GTA V, queria dizer que na real o último post não foi zoera. Eu realmente tava com muita preguiça de fazer o Review da semana o que foi reforçado pela vontade de jogar GTA. Mas agora que ao menos eu finalizei a campanha principal, dá pra falar 10% do que é GTA V. Desculpa, mas eu não confio em reviews que saíram no mesmo dia do lançamento do jogo. O jogo é infinito, é um mundo vivo, impossível jogar apenas algumas poucas horas e fazer uma análise concreta. Estive 2 semanas jogando e estou certo de que não vi nem metade do que este game é. Enfim, vamos direto ao ponto:

 

 

3 personagens, 3 vidas, 3 histórias.

Um dos elementos principais de GTA V é a “trindade” Michael, Franklin e Trevor. Cada um tem uma história distinta, que em certo momento se cruzam e se completam. Trevor é um velho amigo de Michael. No passado, eles fizeram um assalto que deu errado. Cada um foi para um canto de San Andreas sem ter notícias um do outro. Trevor pensava que Michael estava morto. Franklin era apenas um ladrãozinho da periferia de Los Santos que um dia cruza com Michael que reconhece suas habilidade para o crime e vira seu “professor”. Quando os três se juntam, viram uma máquina criminosa. Trevor tem grande habilidade em pilotar aeronaves, Franklin em dirigir e Michael em atirar. Habilidade que se completam em suas missões. Resumindo suas individualidades, Michael tenta comandar sua família problemática. Trevor é o “inferno na terra” como diz o Michael, é nojento e inescrupuloso, tenta tocar os seus “negócios” longe da cidade grande e é também o mais engraçado. Franklin está cansado dos conflitos de gangue e de outras fitas pequenas que cresceu vendo em sua quebrada. Ele só quer sair daquele buraco.

 

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Heists.

Com certeza, a coisa mais legal desse jogo. Lembram-se daquela missão de GTA IV em que você rouba um banco? Já jogaram Payday? Então, essas missões são uma mistura daquela missão em específico com este game. Você deve planejar, preparar e executar grandes assaltos por completo. Com a ajuda de Lester, o estrategista do grupo, você geralmente terá 2 opções de execução da fita: uma sutil e inteligente e outra burra e barulhenta. A sutil nada mais é que entrar e sair sem ser percebido ou ao menos sem alarmar muito. Geralmente envolve disfarces e passagens não convencionais. A barulhenta e burra nada mais é que chegar arregaçando, tocando o terror e sair metendo bala em qualquer um que tentar te impedir. Simplesmente lindio *-*

 

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Uma nova San Andreas.

Na prática, o mapa da nova San Andras nem é tão grande quanto parecia na comunicação da Rockstar. Ainda sim, não significa que não é grandioso. É um mundo vivo. As pessoas fazem coisas, têm empregos, tem perfil em redes sociais e você realmente se sente parte daquele mundo. Você não é mais um negro fortemente armado que está acima de todos ou um imigrante europeu totalmete a parte do resto da população de Liberty City. Você faz parte daquele mundo simplesmente porque os NPC’s dessa vez REALMENTE se parecem e agem como pessoas. Sentem medo, raiva e alegria. Isso faz toda diferença e ultrapassa apenas o conceito de gráficos bonitos.

 

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Falando em visual…

Acho que não precisa falar nada né? Na verdade vou aproveitar pra falar sim. Desenvolvedoras, por favor, APRENDAM com quem sabe fazer jogos. Aprendam como seguir um conceito de arte. Aprendam como se dá importância a detalhes pequenos mas importantes. Aprendam como fazer um jogo de gamers para gamers. Só assim percebemos que vocês realmente têm amor pelo que fazem. O capricho, a preocupação com pequenas coisas tanto quanto com as maiores. Rockstar, por favor, abra uma escolinha de como se fazer jogos, porque tem muita empresa aí que tá precisando relembrar que gráficos não são nada se o o jogo é ruim, e se o jogo é bom e você consegue ter um visual a altura, o jogo fica simplesmente histórico. Isso é o que posso dizer de GTA V: é um jogo histórico.

 

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“Gosto só de ficar zuando”.

Você provavelmente já ouviu essa frase enquanto falava de GTA com algum amigo seu. Com certeza, se você gosta “só de ficar zuando” este game está perfeito. Acho que nunca se teve tantas opções extra-game para se passar o tempo. Desde partidas de tênis, clubes de striptease (seus danados) e golfe aos resgatados tunnings de carros, corridas e missõezinhas paralelas. É diversão que não acaba mais!

 

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Finalmente um GTA inteligente.

Você já deve ter se deparado com a situação em outras versões do GTA de estar sendo perseguido com 3 estrelas, dar uma acelerada a mais no carro e despistar os policiais. Ou então se refugiar em uma ilha e ver as viaturas da polícia se jogando na água e policiais se afogando. Inimigos que não se protegem e só ficam parados atirando em você, no máximo davam uma cambalhotinha. O que a Rockstar fez foi simplesmente o seguinte. Pegaram o que tem de mais loko do Max Payne 3, um dos melhores jogos de ação da atual geração, e colocaram em GTA V. Os policias estão muuuuito mais inteligentes. Nem se compara. Uma perseguição de 1 ou 2 estrelas pode se tornar um desafio para os jogadores menos experientes. Os combates são frenéticos e exigem uma estratégia sua, tanto quanto uma boa técnica de cover, porque os seus inimigos também têm uma estratégia. Se eles estiverem em pouco número, ficam na retaguarda, se protegendo. Ao chegar reforços, eles vão pra cima, te cercando e metendo bala. Isso aumenta o desafio do jogo e a diversão também, porque o simples modo de atirar também está muito melhor, com a jogabilidade muito melhorada. A troca de personagens durante o jogo também lhe dá diversas outras opções estratégicas, podendo posiciona-los em diferentes posições, funções e solicitando ajuda quando necessário.

 

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Tudo, menos “mais do mesmo”.

Como citado no começo do post, o que não falta por aí são review de GTA V. Muitos saídos inclusive no dia do lançamento do jogo, 80% nem jogaram mais que 30 minutos do game. Esse não é o objetivo do Gamersith. Preferimos demorar 2 semanas para falar de um blockbuster desses, mas falar realmente a nossa opinião contundente e, o mais importante, opinião de GAMER. Essa foi a minha impressão como gamer, não como jornalista. Eu não sou jornalista, se fosse, eu seria obrigado a falar de cada novo elemento, de cada bug besta. Isso você pode ver em qualquer outro site de notícias sobre games. Este não é apenas um blog para quem gosta de videogames. É um blog de gamers! E sempre será!

 

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Vale a pena?

A Rockstar faturou 1 bilhão de dólares nos primeiros 3 dias. Tá todo mundo enlouquecendo. Fiquei 2 semanas ausente do blog, jogando, para poder trazer essa review que considero fraca perto da grandeza do jogo. Será que vale a pena?

 

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Em breve… REVIEW GTA: ONLINE

Review da semana: GTA V

Sim, seguidores do Império. Chegou a hora de falar de GTA V, o jogo mais esperado da atual geração. O jogo que bateu todos os recordes de vendas e investimentos. O jogo que está acabando com namoros, casamentos, deixando marmanjo sem tomar banho por 1 semana, que está tirando o emprego e o sono de muita gente.

 

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Por onde eu poderia começar a falar? Bom, pensando bem…

 

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Amor de mãe – Animal Crossing :’)

Encontrei esse post no Ñ.intendo sobre o Animal Crossing do Nintendo 64 e misteriosamente uns ninjas entraram no meu quarto e começaram a cortar cebolas. Mal posso ver seus movimentos.

 

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Já foi mais fácil ser macho.

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Caiu um negocinho aqui…